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Histórias Mural "Memorias de Boa Esperança" - Quinta-feira, 30 de Junho de 2022

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MURAL MEMORIAS DE BOA ESPERANÇA

Lenita


MURAL MEMORIAS DE BOA ESPERANÇA

MARIA HELENITA DOS SANTOS

Maria Helenita dos Santos, nascida no dia 25 de junho de 1940, em Santo Amaro das Brotas/ SE.

Helenita se casou com José Soares dos Santos, neste casamento tiveram os primeiros filhos, José Soares dos Santos Filho e Antônio Carlos Soares dos Santos. A dificuldade financeira fazia parte da sua realidade, assim sentiram a necessidade de buscar uma vida mais digna e dar o melhor pra sua família em outro lugar, não sendo mais na cidade de Santo Amaro das Brotas, assim conseguiram um ônibus, no qual os mesmo transportava os migrantes para trabalho rural no interior do Estado de São Paulo. Portanto, Maria Helenita viu como uma oportunidade de mudar de vida; viajaram com muitas pessoas por vários dias até chegar em Boa Esperança do Sul, na qual foi escolhida pelo marido e José trabalhava como lenhador e Maria Helenita do lar.

A cidade se mostrava estranha e a situação não havia melhorado, Maria Helenita buscou prestar serviços em casas de famílias que haviam melhores condições financeiras.  Com pouco estudo, assim que teve uma oportunidade, trabalhou no hospital ajudando na enfermaria, onde naquela época era preciso coragem e cuidados.

Com o passar dos anos Maria Helenita teve mais três filhos Antônio José Soares dos Santos, Luiz Carlos Soares dos Santos e Maria Júlia Soares dos Santos. Vida difícil, e o marido com problemas de alcoolismo, a separação do casal foi inevitável, Maria Helenita ficou com a responsabilidade de sustentar e educar os cinco filhos.

Com a inauguração da Casa da Criança, Maria Helinita começou a trabalhar nesta instituição, onde  foi a primeira funcionária remunerada (citada no livro de Catita). Ao cuidar das crianças na creche, levou a cultura nordestina, fazendo com que as crianças aprendessem criar apresentações de teatro, músicas e danças como no reinado. A Casa da Criança era filantrópica, após o falecimento das idealizadoras, Maria Helenita buscava manter a Casa da Criança com doações de fazendeiros, sitiantes e donos de supermercados. Helenita, saia mais cedo de sua casa, para arrecadar alimentos, e ao chegar à Casa da Criança, estava com os alimentos doados para o preparo das refeições das crianças.

 

Helenita, pelo cuidado que tinha pelo próximo foi realizar trabalhos voluntários como comissionaria de menores, prestava este serviço buscando nas ruas crianças e adolescentes em situações de risco consumidores bebidas alcoólicas ou outras drogas, levando junto os pais ou responsáveis.

Quando oficializou o conselho tutelar na cidade, Maria Helenita foi a conselheira mais votada pela população, naquela época exercia o cargo como voluntária.

Era religiosa, católica praticante, participava de grupo musical, e legião de Maria. Mesmo na igreja levou a cultura nordestina, realizando apresentações com trajes típicos.

A alegria era marca registrada de Maria Helenita, desejando sempre preservar a cultura, sendo o carnaval um grande entusiasmo, um evento imperdível para a mesma. Os primeiros carnavais de rua eram organizados por meio de formação em blocos e ensaios e confecções das fantasias. Enquanto o carnaval se manteve vivo nas principais ruas da cidade abrigava a porta a bandeira oficial da Escola de Samba “Em cima da Hora”.

No dia de seu sepultamento foi realizada uma homenagem com a música da cantora Alcione, “não deixe o samba morrer”.

 

 

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